ergodesign, usihc, cinahpa de 5 a 9 de junho de 2017 em Florianópolis, Brasil
Menu

Resultados

A Comissão de avaliação do prêmio.hipermídia2017 torna público o resultado dos trabalhos vencedores

1º lugar

Título:
Ferramenta Onomatopeica Feminina (acesse aqui)
Ferramenta Onomatopeica Masculina (acesse aqui)

Descrição:
Ferramenta para coleta de dados em testes de usabilidade desenvolvida para pessoas com deficiência visual. Considerando a incapacidade desse público em usar ferramentas visuais, converteu-se um desses modelos em onomatopeias. A partir dessas onomatopeias foi construída a ferramenta. Como teorias encontram-se o Modelo Circunflexo do Afeto de Russel (1980) e o Emocard de Desmet (2003). A usabilidade da ferramenta foi avaliada por pessoas cegas sendo considerada com valências positivas.

Autores:
Carlos Henrique Berg, Luciane Fadel, Vânia Ulbricht, Tarcísio Vanzin. Universidade Federal de Santa Catarina

2º lugar

Título:
Viver bem (acesse aqui)

Descrição:
Vários fatores da interface digital influenciam no comportamento de busca um usuário que navega em um website, dentre os quais pode-se citar a usabilidade, a acessibilidade, o design, a rotulagem e a arquitetura das informações.  Uma das teorias que estuda o comportamento desses usuários no processo de busca é a Coleta de Informações. Basicamente, essa teoria baseia-se na percepção subjetiva do valor que as pessoas calculam enquanto acessam pistas proximais (hiperlinks de texto, ícones, etc.). Essa teoria acredita que o sucesso em uma busca por navegação depende da análise semântica, realizada pelos usuários, da proximidade entre o hiperlink acessado e o conteúdo que se deseja encontrar, portanto, o conhecimento da língua utilizada no website é de fundamental importância para uma busca bem sucedida.  No entanto, devido à insuficiência na alfabetização de surdos prélinguísticos ocasionada pela ausência do input auditivo, eles apresentam relevantes dificuldades de navegação em websites, que vão desde à confusão na escolha dos hipertextos, provocada pela semelhança visual e semântica entre as palavras, e problema de compreensão da leitura. Estudos relacionados à Teoria da Coleta de Informações buscaram relacionar pistas proximais que auxiliassem surdos em tarefas de navegação, porém essas pesquisas se mostraram incompletas e muitas lacunas não foram efetivamente preenchidas, como a similaridade entre o conteúdo e a pista nos formatos de imagem e vídeo em língua de sinais ou características como velocidade do vídeo.  Com essas informações incompletas, os desenvolvedores das interfaces digitais não dispõem de orientações que possam conduzi-los a resolver o problema de navegação dos surdos.

Autores:
Carla da Silva Flor e Tarcísio Vanzin. Universidade Federal de Santa Catarina.

 

3º lugar

Título:
Ambiente de ensino e aprendizagem acessível MooBi (Moodle Bilíngue), foi fundamentado (acesse aqui)

Descrição:
O ambiente de ensino e aprendizagem acessível MooBi (Moodle Bilíngue), foi fundamentado
na teoria das comunidades de prática e objetivou o desenvolvimento e integração de novas tecnologias para atender um público bilíngue (português/libras). Os testes de verificação dos
requisitos de acessibilidade possibilitaram detectar não conformidades e a gerar  um framework com especificações e sugestões para um ambiente digital bilíngue de ensino e aprendizagem.

Autores:
Elisa Maria Pivetta, Daniela Satomi Saito, Vania Ribas Ulbricht e Ana Margarida Pisco Almeida. Universidade Federal de Santa Catarina.